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Posts de Maio, 2008

Partida

Quando alguém especial se vai, deixa uma lacuna que não pode ser preenchida. Nesse momento, é possível entender a essência do significado da palavra saudade.
Não a verei mais aos domingos, não terei mais aquele abraço tão gostoso, não poderei rir mais de suas frases e tiradas inesquecíveis. A vida fica um pouco mais dolorida.

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Linda música de Jorge Drexler, em versão de Paulinho Moska. As canções de Drexler fazem parte da minha vida desde “Al outro lado del río”, trilha do inesquecível “Diários de Motocicleta”. 

Não somos mais que uma gota de luz
Uma estrela que cai, uma fagulha tão só
Na idade do céu.
Não somos o que queríamos ser
Somos um breve [...]

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Não são de apaixonar essas latas da Imaginarium? Adorei as Matrioskas e procurei saber mais sobre elas. Achei uma história muito fofa e engraçada sobre o surgimento dessas lindas bonequinhas russas:
“Um senhor que esculpia e vendia bonecas uma vez fez uma boneca tão bonita que não quis vendê-la, levou para a sua casa e colocou no [...]

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Sempre que chego ao Rio, de avião, lembro da música do Tom, que para mim é a mais bonita e a que melhor define a cidade maravilhosa: “Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro, estou morrendo de saudades…”.
Sou carioca de coração e amo essa cidade. Adoro poder ir de casa para o trabalho e [...]

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Bandeira branca

Marina se foi. E com ela o último suspiro do que restava de esperança. Marina destoava há tempos, mas penso que era mantida justamente por isso: ela representava a pontinha de consciência militante que ainda perdurava em algumas mentes do Planalto.
Militante vem de militar, de lutar por aquilo que se lutou sempre. Simplesmente não abandonar [...]

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Sexta-feira, 18h. Fim de uma semana agitada no trabalho, cansaço só em pensar no trânsito até a volta pra casa. Vou para o ponto e, como sempre, tenho que esperar, no mínimo, 20 minutos até conseguir sentar (ninguém agüenta duas horas em pé no ônibus).
É bem verdade que houve dias em que a espera já [...]

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Não leio jornais

Mais do mesmo. É o que vejo todos os dias, ao abrir os jornais. Mais do mesmo sensacionalismo, do mesmo medo de menos anunciantes, da mesma decadência. Por isso, radicalizei: não leio mais jornais. 
Até aí, tudo bem, conheço tantas pessoas que fazem isso e vivem tranqüilas, alheias às falcatruas do Congresso, ao vai-e-vém das Bolsas, [...]

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