Fernando Pessoa, poesia escrita em 7 de janeiro de 1935:
Não quero rosas, desde que haja rosas.
Quero-as só quando não as possa haver.
Que hei de fazer das coisas
Que qualquer mão pode colher?Não quero a noite senão quando a aurora
A fez em ouro e azul se diluir.
O que a minha alma ignora
É isso que quero possuir.Para quê?… Se o soubesse, não faria
Versos para dizer que inda o não sei.
Tenho a alma pobre e fria
Ah, com que esmola a aquecerei?
Outra frase pinçada do livro “Deus trabalha no turno da noite”:
Aceitar a mão de Deus é fácil quando você é realista. Realista no sentido de se ver como deve. A tarefa à sua frente é grande demais. A montanha que vai subir é alta demais. As perguntas que lhe são feitas são difíceis demais, e não parecem ter respostas nesta terra.
Por que você não marca “Deus trabalha no turno da noite” neste post também?
(q tal reproduzir o livro todo aqui pra gente? hehehehe)
É verdade, é que às vezes eu esqueço de taguear, rsrsr. Bjo!
Eu amei esse livro tb…