Lembrança literária

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A lembrança de hoje é um gancho da mensagem que está no blog da minha irmã Lara. Ela pede sugestões de leitura e, ao dar as minhas, lembrei de meus livros favoritos na infância.

 

 

Comecei a ler bem cedo, influenciada pela minha tia Ironete, que é bibliotecária. Eu era sócia da biblioteca municipal e toda semana pegava vários livros infantis. Dessa época, os que mais me marcaram foram “O menino do dedo verde” e “O reizinho mandão”, histórias deliciosas das quais lembro até hoje.

 

Depois, já na escola, participei de um concurso de leitura na 5ª série. Quem lesse mais livros e fizesse uma resenha deles, ganharia o concurso. Eu li vários livros e tinha certeza de que iria ganhar. Mas um colega da minha classe, muito espertinho, começou a fazer resenha de livros infantis, do tipo “A velhinha maluquete”, que tinha dez páginas e podia ser lido em cinco minutos. Eu fiquei com tanta raiva dele que nunca mais esqueci este episódio. Ele acabou ganhando o concurso não por qualidade, mas por quantidade.

 

Argumentei com a professora, sem êxito. Realmente não havia nenhuma restrição a livros infantis, mas pra mim era um despropósito enorme, já que o objetivo do concurso era incentivar a leitura e não a resenha de livros já lidos na infância.

 

Mas tudo bem, isso não chegou a me causar um trauma e eu persisti nas leituras. Na 6ª série, nós tínhamos uma professora péssima de Português, que não gostava de dar aula e nos levava toda sexta-feira para a biblioteca. Pra nós era o máximo, amávamos ficar duas  aulas inteiras lendo vários livros. Os inesquecíveis desse período foram os do Pedro Bandeira, meu sempre ídolo e amado escritor, que contava as aventuras dos Karas: “A droga da obediência”, “Pântano de Sangue”, “Anjo da Morte” e “A droga do amor”; além de todos da Coleção Vagalume, também geniais.

 

Hoje confesso que leio muito menos, apesar de ter uma boa biblioteca em casa, resultado de inúmeras compras no Submarino. Atualmente estou lendo “O código Da Vinci” a passos lentos. Ah! Não posso deixar de mencionar aqui o meu livro preferido, “O velho e o mar”. Pra quem não leu, vale a pena, é fininho e a história encantadora. É também um ótimo presente.

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