Este texto foi escrito domingo à noite. Está meio deprê, mas enfim… that´s it…

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Por que eu não consigo fingir? Por que sou essa explosão toda de sensibilidade e emoção? Por que penso tanto? Por que quero ser tão feliz? Parece uma obsessão, essa minha pela felicidade. Às vezes, como agora, penso que poderia ser menos impulsiva, mas não consigo. Eu juro que não queria atender o telefone, porque já sabia o que estava por vir.

 

O dia de hoje não foi tão ruim. Fiquei em casa lendo, assistindo TV e comendo brigadeiro. Já passei muitos domingos assim, mas havia um motivo aparentemente justo. E o de hoje não era.

 

Pena não poder escrever aqui tudo o que está na minha cabeça, mas já é bom poder desabafar um pouco. Será que um dia eu vou poder dizer: “Pronto! Agora sim tenho certeza?” Quando e como isso acontece? Uma amiga me disse que a gente sabe exatamente a hora. Será?

 

Sinto uma enorme necessidade de começar uma nova etapa, mas às vezes, como agora, penso que poderia ser um erro terrível e irreparável. Por que minha paciência se esgota e a sensação de perda só aumenta?

 

Eu já vi esse filme e conheço o final.  Por mais que se ame, se admire, não basta. É preciso algo mais. Preciso que me surpreenda, que me faça ter certeza, que não aumente minha dúvida. Parece que Deus quer me dizer alguma coisa. Tomara que seja boa.

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