A fábula de uma formiga

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Era uma vez uma formiga, a mais bela dentre todas de seu formigueiro. Era tão formosa que ofuscava o brilho das outras. Além disso, dispunha de todas as regalias de uma formiga bem cuidada e paparicada. A formiga cresceu acreditando ser a melhor e que com ela ninguém podia.

Mas algo não a deixava totalmente feliz. Às vezes, ela sentia uma insegurança muito grande, medo de que as outras formigas se aproximassem dela só por sua beleza. Ela não sabia que, além de bonita por fora, era também bonita por dentro. E, por não saber, não confiava nas companheiras e nem por elas tinha amor.

 

Os formigões eram loucos pela bela formiga. Faziam de tudo para chamar sua atenção. Mas o ego da formiga era grande demais para amar um formigão de verdade. Ela sempre achava que poderia estar perdendo algo melhor. E por isso nunca soube o que era amar alguém de verdade. Ela fingia gostar, se entregar mas, no fundo, estava só esperando a hora de achar um formigão mais atraente.

 

Só que a formiga não contava com a ironia do destino que, traiçoeiro, revelou suas verdadeiras intenções para todo o bando. Envergonhada, a formiga ficou muito triste, pois sua beleza havia se tornado muito pequena no meio da grande decepção.

 

Sem saber o que fazer e como agir, a formiga negou. Agora ela pensa no próximo passo. À sua frente, há um enorme abismo e às suas costas, as formigas companheiras de braços abertos. Há uma escolha a fazer e uma atitude a tomar. Tomara que a formiga escolha o caminho certo.

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