Primos-amigos-irmãos

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Como o tempo passa… e voa… Esta semana recebi o honroso convite para ser madrinha de casamento da minha prima-amiga-irmã Carol. Não sei se alguém reparou, mas essa expressão que acabei de escrever já foi usada aqui no blog, só que no masculino, para descrever o meu “primo-amigo-irmão” Juninho. Pois é. Eles são as duas únicas pessoas que merecem esses três substantivos antes do nome.

 

Ainda ontem éramos três crianças, fomos criados juntos e sempre tivemos muitas afinidades. Em parte por causa da idade (Juninho tem 23, eu 24 e Carol, 25), mas muito devido às nossas personalidades. Somos muito parecidos, valorizamos a família e acima de tudo, somos eternamente cúmplices e companheiros, haja o que houver. Pode parecer meio piegas, mas é a pura verdade. Eu faço qualquer coisa por eles e os defendo de olhos fechados. E tenho certeza de que a recíproca é verdadeira.

 

Eu e Carol fomos madrinhas de casamento de Juninho; eu e Juninho seremos padrinhos de casamento de Carol e, certamente acontecerá o mesmo quando o casório for meu. E não será por mera retribuição, mas com imensa alegria. Padrinhos são pessoas que sempre torceram pela sua felicidade, que acompanharam sua história e trajetória de vida. Os dois se encaixam perfeitamente nessas condições.

 

Há alguns anos eu e Carol resolvemos ir para Juiz de Fora na Festa Country da cidade. Ficamos hospedadas na casa de Juninho e passamos um fim de semana divertidíssimo. Aproveitamos muito todos os shows, pulamos que nem doidos e rimos de tudo.

 

Juninho, que já estava um pouco “altinho”, resolveu discutir com o cobrador do ônibus, teimando que ele tinha dado o troco errado. Ele olhava a moeda e achava que era de outro valor. Eu dizia a ele que o troco estava certo, mas era em vão. Isso tudo num ônibus lotado e a gente se espremendo que nem sardinha em lata. Eu não conseguia parar de rir, mas enfim o convenci a encerrar a discussão.

 

Mais adiante, Carol inventou de arrebentar a sandália e quase se estabacou no chão. É claro que pra nós aquilo tudo era muito engraçado (outra pessoa, em condições normais, certamente não acharia o mesmo) e a gente chorava de rir vendo Carol andar descalça pelas ruas de Juiz de Fora. Sem falar na hora de subir as escadas do prédio de Juninho. Acho que a gente deve ter demorado uma meia hora no percurso…

 

Foi um fim de semana maravilhoso e inesquecível, assim como todos os que passamos juntos, os três.

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