Arquivo mensal: julho 2005

Asas

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Bela frase de Vitor Hugo:

Sede como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-nas ceder, mas cantam.

Eles sabem que possuem asas.

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Um pouco de tudo

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– Quando não há muito o que dizer, começa a verdadeira mágica. Quando o sono vem leve, mesmo depois de uma noite curta, bom sinal é. Quando a vontade de escrever recomeça e, lentamente as palavras voltam a fazer sentido, é porque algo novo aconteceu.

 

– As tardes estão passando mais devagar sem minha chefe e amiga querida, Paula. Ela quebrou o braço e está de molho em casa. Volta logo!

 

– Hoje almocei com minha amiga Alexandra, comentarista número 1 deste humilde blog. Impressionante como a gente consegue falar sobre milhares de assuntos em uma hora!

 

– Quinta-feira com cara de sexta. E meu jantar de amanhã furou, fica pra semana que vem. Hora de pensar em cinema, Outback ou afins.

 

– Futilidade: vontade imensa e quase incontrolável de comprar uma sandália maravilhosa que vi hoje na Nativa. Mas o fim do mês me obriga a desviar o pensamento e recontar a grana. Xô vaidade!

Sobre Renilda e tiros

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Não há como não falar da crise. A personagem de ontem foi a esposa e sócia do Mala Valério, Renilda, a Amélia. Mas como disse Ancelmo Góes na coluna de hoje, a Amélia não merece essa comparação! Só para constar, as obviedades: é claro que ela mentiu, não há como alguém não saber que tem R$4 milhões em sua conta pessoal ou achar que todo esse dinheiro é fruto da “distribuição dos lucros das empresas”. Inverossímel, simplesmente.

 

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Notícia bizarra do dia: “Morta é atingida por bala em velório”. Seria cômico se não fosse trágico!

Reflexões

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Tempos difíceis esses… Ainda bem que, em meio a mensalões, malas e bancos, há alguém feliz. Uma pessoa nesse mundo tão grande que se sente, hoje, como uma criança que não tem problemas maiores do que os deveres da escola.

 

Ainda bem que existe alguém que pode se sentir muito bem, cada dia melhor. Esse alguém sonhava, até aqui, com um amor daqueles de filme, bem água com açúcar. Embora seja ainda cedo para falar de sentimentos, é certo que algo bom está acontecendo. Tão mágico que simplesmente não pôde (e nem quis) ser evitado.

 

Uma escolha pode mudar a vida instantaneamente. Às vezes o medo nos impede de quebrar o script, de voltar à vida incerta. Mas a recompensa, neste caso, veio tão rapidamente que parece inacreditável. Não há explicação, a não ser… bem, a não ser “o poder que excede todo entendimento”.

 

Ele falava esta semana da mulher virtuosa, aquela da bíblia. Pois ela é assim, pra quem não sabe: “Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor excede ao de finas jóias”. Alguém precisa de elogio maior?

Bem simples

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Tenho tanta coisa pra contar… Mas vou me conter, afinal, esse é um blog público. Como comecei a falar no último post, estou vivendo um momento que achei que não fosse acontecer tão rápido. Talvez por estar ainda fechada para outras pessoas (ou pensar que estava). Mas tudo aconteceu de uma forma tão simples (ver música acima) e ao mesmo tempo tão irrecusável e irresistível…

 

Estou muito feliz e quero poder viver tudo isso da melhor maneira possível. Como foi bom ouvir as coisas tão bonitas de ontem, as palavras de carinho, de admiração. Como é bom saber que este começo pode ser sim, o último.

 

Meu confuso coração está me dizendo que eu devo me dar uma nova chance. E eu vou ouví-lo, vou pagar pra ver.