Dois Filhos de Francisco

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Deixei o preconceito em casa e fui assistir ontem a “2 Filhos de Francisco”. Não me arrependi. O saldo foi muito positivo, até chorei no final (o que, no meu caso, não quer dizer muita coisa). Foi bem mais do que eu esperava, mas bem menos do que o estardalhaço feito pela imprensa. Definitivamente, não é o melhor lançamento nacional do ano. “Bendito fruto” é muito melhor, só pra citar um filme.

 

A história da dupla Zezé di Camargo e Luciano, sob a ótica do pai, Francisco, é muito bem contada por Breno Silveira, Patrícia Andrade e Carolina Kotscho, que fizeram um roteiro coerente do início ao fim. Mas o filme se arrasta além do necessário e se perde um pouco da metade em diante. Nada imperdoável, já que o final é marcante. Destaque para as atuações de Ângelo Antônio, Dira Paes e Lima Duarte.

 

Outro ponto alto do filme é a versão de “É o amor”, cantada por Maria Bethânia. Genial e emocionante. Afinal, quem não sabe de cor a letra dessa música, que atire a primeira pedra. Certamente eles não venderam 1 milhão de cópias à toa. O Brasil é muito parecido com a dupla e está cheio de histórias assim. Talvez seja esse o grande trunfo do filme.

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