Arquivo mensal: setembro 2008

Suspiro no fim da tarde

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Adoro esse friozinho, mas tá difícil sair da cama de manhã.

Preciso de férias!

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É o que me interessa

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Linda música do genial Lenine. Profunda e perfeita:

 

Daqui desse momento

Do meu olhar pra fora

O mundo é só miragem

A sombra do futuro

A sobra do passado

Assombram a paisagem

Quem vai virar o jogo

E transformar a perda

Em nossa recompensa

Quando eu olhar pro lado

Eu quero estar cercado

Só de quem me interessa

 

 

 

 

Às vezes é um instante

A tarde faz silêncio

O vento sopra a meu favor

Às vezes eu pressinto e é como uma saudade

De um tempo que ainda não passou

Por trás do seu sossego, atraso o meu relógio

Acalmo a minha pressa

Me dá sua palavra

Sussurre em meu ouvido

Só o que me interessa

 

A lógica do vento

O caos do pensamento

A paz na solidão

A órbita do tempo

A pausa do retrato

A voz da intuição

A curva do universo

A fórmula do acaso

O alcance da promessa

O salto do desejo

O agora e o infinito

Só o que me interessa

Um desejo

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Pegue um dia típico dia de trabalho DAQUELES, adicione duas horas de trânsito, mais meia hora de malhação e serviços domésticos de fim de noite. Resultado: tudo o que eu mais queria agora se resume a essa linda música:

 

Eu queria ter na vida simplesmente

Um lugar de mato verde

Pra plantar e pra colher

 

Ter uma casinha branca de varanda

Um quintal e uma janela

Para ver o sol nascer.

As mães têm sempre razão

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“Tudo que é feito com amor dá certo”. Sempre ouvi essa frase da minha mãe e não entendia muito bem seu real significado. Até começar a me aventurar na cozinha.

Sou neta de italianos legítimos e se essa tal de genética pode provar alguma coisa, não sei. Mas fato é que aprendi a cozinhar bem. Desde pequena, adorava fazer bolos e me sentia feliz olhando minha mãe fazendo quitutes deliciosos. Quando saí de casa para estudar, aprendi a me virar na cozinha, mas nunca tive tempo para receitas mais elaboradas.

Por isso, considero que comecei a cozinhar de verdade após o casamento. Parece bobagem falar sobre isso, mas realmente sinto como se tivesse conseguido um diploma, um título que enriquece meu perfil, minha personalidade.

Algumas feministas podem dizer que estou a um passo de virar Amélia, mas, quer saber? Não ligo mesmo. Acredito fielmente que gentileza gera gentileza e provo, na prática, o quão maravilhoso é fazer o outro feliz e receber tantas coisas mais maravilhosas em troca. Isso não tem preço, não é mensurável. É simplesmente amor.

Hoje sei que minha mãe sempre esteve certa (elas sempre estão mesmo, a gente é que só percebe isso depois de uma certa idade). Fazer qualquer coisa por amor, por mais simples que seja, traz sempre um resultado surpreendentemente bom. Experimente!

Bola furada

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Noves fora o complô midiático pela saída do Dunga, ele realmente escala mal. Se o Brasil não consegue jogar quando o adversário se fecha, como aconteceu ontem, algo está errado. E a Bolívia ainda ficou com um jogador a menos durante quase todo o segundo tempo.

O que me preocupa nessa Seleção é o excesso: ou eles jogam com raiva, determinação, ou apáticos, desanimados. Juan ontem fez a diferença, mas não fez milagre. Foi chato, ruim, monótono. Tudo o que um jogo da Seleção não pode ser.

O Engenhão vazio foi outra bola fora ontem. E, Rodrigo Paiva, vamos combinar: Madona é uma coisa, Seleção Brasileira é outra bem diferente. Comparar o preço dos dois ingressos foi total infelicidade. Uma pena…