Comer, rezar, amar: uma redescoberta

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Eu já tinha visto o filme em 2011, enquanto ia de avião para a viagem dos meus sonhos. Não me tocou.

Mas sábado, uma amiga me convenceu a rever ‘Comer, rezar, amar’, depois que passamos horas falando sobre amor e autoconhecimento. Sobre a viagem que temos de fazer para dentro de nós mesmas antes de querer navegar pelas águas desconhecidas do outro.

Cheguei em casa, revi o filme e me arrepiei diversas vezes com as coincidências da minha vida. Em muitos momentos me vi naquela história. E anotei algumas frases que, soltas, não dizem muito. Mas que são bem significativas pra mim e para o momento em que revi essa história real. Aliás, essa é a melhor parte do filme: ele realmente aconteceu, com uma jornalista, como eu, que aprendeu a se conhecer. Uma jornada recompensadora.

“Precisa ser gentil consigo ao aprender algo novo.”
“Uma mulher em busca da sua palavra.”
“A ruína é uma dádiva.”
“Dolce far niente.”
“Deus vive dentro de você, como você mesmo.”
“Be safe.”
“O amor dá medo. É perigoso.”
“Quantas lágrimas são necessárias para se perdoar?”
“Às vezes, perder o equilíbrio por amor é parte de uma vida equilibrada.”
“Vamos atravessar.”

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